Moro é o bode expiatório do Lula
Esse é um momento emblemático para a tropa de choque do Lula.
São 4 processos (Obstrução da Justiça, Empréstimo do BNDES, Compra de Caças, Venda de MP) em que o Lula consta como réu a ser julgado pelo juiz Vallisney Oliveira da 10a. vara de Brasília.
Passou a ser um número superior aos 3 processos (Triplex, Atibaia, Terreno do Instituto Lula) que estão debaixo das asas do juiz Sérgio Moro da 13o. vara do Paraná.
Além dos 2 juízes citados, há uma miríade de pessoas que está ligada aos processos contra o Lula: existem equipes do MPF na acusação, equipes da PF na investigação, juízes da 2a. instância ( 1o. TRF em Brasília e 4o. TFR do Paraná) e juízes do STJ e STF nos recursos.
Ao todo são 10 ações: 7 processos abertos, 2 onde Lula já está denunciado (Quadrilhão do PT e Lula Ministro ) e mais um em fase de investigação (Palestras da Odebrecht).
Como existem toneladas de extratos bancários, e-mails, mensagens, documentos comprobatórios, fora as delações premiadas e as testemunhas, não existe guarda-chuva que detenha essa tempestade de provas, evidências e indícios.
A história é tão dantesca, que Lula chega a acusar a PF de plantar provas, quando Moro indaga sobre material apreendido na cobertura de São Bernardo. E isso não é a primeira vez. A armazenagem do acerto presidencial na Granero, também constava referências ao Triplex e ao sítio de Atibaia, que a defesa na época também acusou de ser plantadas.
Imagine o precedente. Um cara mata um gajo, a polícia apresenta provas de DNA e a defesa do acusado alega que as provas foram plantadas. Não dá!
Assim, só resta acusar o acusador, mas o acusador precisa de uma cara única para receber os dardos pestilentos lançados pelas hordas lulistas.
O conceito de concentrar esforços de ataque é que é mais fácil fazer o público-alvo dirigir seu ódio a quem tenha um rosto definido e de preferência que todos conheçam. Nessa figura se concentra toda a "vileza" que Lula tem sido exposto.
Há um tempo, Janot estava no bolso do Temer e perseguia o Lula. No final, ele disparou suas flechas para todo o lado e esse discurso ficou enfraquecido.
Enfim, as mídias petistas atiram para todos os lados esporadicamente, mas o grande foco é mesmo o juiz Sérgio Moro.
E isso não faz sentido, porque o Sérgio Moro é um juiz de primeira instância. Cada coisa que ele julga teve que passar pela acusação da MPF e pela investigação da PF, e passará pelo escrutínio das instâncias superiores.
Assim Moro é da CIA e/ou FBI, recebeu dinheiro de A ou B, é do PSDB, sua esposa serve ao PSDB, sua esposa advoga para Shell, o pai do Moro foi fundador do PSDB, Moro enterrou o Banestado, etc.
No entanto, para esse discurso de ódio, não importa a coerência e não importam os desmentidos. Escolher o inimigo e atirar sem tréguas é o que resta a fazer.
No final, é tudo inútil e o cadafalso o espera na forca. Assim só resta para Lula fugir. Ele sabe disso. Só não sabemos quando isso acontecerá. Aí ele brilhará no exílio lá fora como o pai dos pobres, um dos 8 filhos de um pobre retirante do agreste pernambucano, grande mártir e herói perseguido e injustiçado.
(Via 1Olhar.com)
Rock in Rio 2017: saldo positivo.
Eu tive ontem (sábado) no Rock in Rio, pela primeira vez na
minha vida.
Os organizadores estão de parabéns, de modo geral.
O lugar está bonito e estruturado. As fachadas das lojas ficaram transadas, o palco principal ficou sensacional, com 3 telões gigantes. Criticável só é ter uma estrutura na frente do palco que tapa um pouco a visão das atrações em alguns ângulos, mas 3 telões gigantes de alta definição não deixavam ninguém perder nada do show.
Não vi um único incidente. A lotação também não chegou a incomodar. Havia até drones com leds, vigiando e ornamentando o lugar. Pessoas com cangas deitadas na grama artificial em diferentes pontos até lembravam o clima de idos festivais, mais românticos. Marcavam presença também áreas de Games, uma roda gigante (com padrões variáveis de azul e laranja, as cores do Itaú) e uma montanha russa. Finalmente, uma tirolesa passavam em frente ao palco principal, proporcionando aos usuários uma vista única.
Os organizadores estão de parabéns, de modo geral.
O lugar está bonito e estruturado. As fachadas das lojas ficaram transadas, o palco principal ficou sensacional, com 3 telões gigantes. Criticável só é ter uma estrutura na frente do palco que tapa um pouco a visão das atrações em alguns ângulos, mas 3 telões gigantes de alta definição não deixavam ninguém perder nada do show.
Não vi um único incidente. A lotação também não chegou a incomodar. Havia até drones com leds, vigiando e ornamentando o lugar. Pessoas com cangas deitadas na grama artificial em diferentes pontos até lembravam o clima de idos festivais, mais românticos. Marcavam presença também áreas de Games, uma roda gigante (com padrões variáveis de azul e laranja, as cores do Itaú) e uma montanha russa. Finalmente, uma tirolesa passavam em frente ao palco principal, proporcionando aos usuários uma vista única.
A organização está de primeira. Há bastantes opções de comidas, algumas bem interessantes, como "O melhor pastel do mundo”. Refrigerantes e cervejas circulavam entre as pessoas, só via copos plásticos. Os banheiros funcionaram bem, inclusive no quesito limpeza, embora as mulheres enfrentassem filas grandes. O som estava de excelente qualidade, nada empastelado.
A ida de BRT foi tranquila com um ônibus expresso. Na volta, eles organizaram um longo corredor polonês da saída da cidade do Rock até a estação BRT incluindo uma rampa. Isso foi feito de forma que a caminhada até a estação, cerca de 40 minutos de passos lentos, quase garantia que o tempo final de espera seria mínimo.
Bizarro era eles terem mantido o acesso embaixo da rampa de acesso à estação, o que fazia algumas pessoas se agacharem por baixo da rampa, para acessar outra escada no fundo, que também acessava a estação.
Quanto à música, claro, é uma questão de gosto. Além do palco principal, há vários outros palcos menores, com artistas alternativos.
O Skank mandou bem seu recado, como sempre. No meu entender, é um dos melhores conjuntos que surgiram na década de 90 (1991), depois dos principais expoentes do Rock Brasil que vieram nos anos 80 (Paralamas do Sucesso, Ultraje a Rigor, Legião Urbana, RPM, Titãs, Barão Vermelho, etc.).
O cantor Shawn Mendes só agradou alguns dos mais jovens. Para mim,
eram músicas lentas e desconhecidas que demoravam a acabar e não ajudaram
elevar o clima do festival.
A cantora Fergie foi quase pura gritaria, dando vontade de tapar os ouvidos a maior parte do tempo. Teve até alguma dose de demagogia com convidados brasileiros e uma bandeira do Brasil. Por mérito próprio da Fergie, excetuando-se a balada “Big Girls Don’t Cry”, a penúltima do show, nada se salvou, nem mesmo a música que fechou o show e a consagrou (I Gotta a Feeling), mas sem a presença do Black Eyes Peas, os intérpretes originais.
Quanto ao Maroon 5, ainda que seja pura música pop comercial
sem pretensão de revolucionar a música, é preciso dizer que o show foi de primeira, levantou
completamente o público do início ao fim, com um invejável exibição de energia,
hits, interpretação visceral do Adam Levine e boas guitarras.
Por exemplo, a música Sugar de 2014, que encerrou o show é supercontagiante. Ela foi divulgada através de um dos vídeos mais vistos do YouTube de todos os tempos (2,3 bilhões de exibições).
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Claro que eu imaginaria atrações musicais mais do meu gosto, mas o público-alvo típico do Rock in Rio não é composto de pessoas como eu. Em um Rio dentro de um momento de tão baixo astral, sempre dá satisfação ver alguma coisa que funcione bem e ajude a levantar a moral da nossa cidade.
Por exemplo, a música Sugar de 2014, que encerrou o show é supercontagiante. Ela foi divulgada através de um dos vídeos mais vistos do YouTube de todos os tempos (2,3 bilhões de exibições).
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Claro que eu imaginaria atrações musicais mais do meu gosto, mas o público-alvo típico do Rock in Rio não é composto de pessoas como eu. Em um Rio dentro de um momento de tão baixo astral, sempre dá satisfação ver alguma coisa que funcione bem e ajude a levantar a moral da nossa cidade.
Olavo de Carvalho: diz uma coisa e pratica outra
O problema da maioria dos seres humanos é que o discurso termina sendo muito diferente da prática. Os atos são, em geral, muito menos nobres que as palavras. Observo esse descasamento desde que me entendo por gente; quer na vida pessoal, nos livros, nos filmes ou observando a trajetória de muitas celebridades.
No caso do filósofo Olavo de Carvalho, independente de concordar ou não com suas palavras em textos, crônicas e livros; seria preciso que ele tivesse mais coerência com o que ele faz na sua própria vida, para que ele passasse mais verdade nos seus escritos.
Lembrando que Olavo Carvalho angariou muitos fãs, tanto no mundo real como no virtual. Fãs esses que bebem suas palavras como se fossem a mais absoluta expressão da verdade e da sabedoria.
Para não usar fontes indiretas, a fim de evitar fake news, as palavras da filha de Olavo Carvalho, Heloisa De Carvalho Martin Arribas, estão nessa postagem de 16 de setembro do seu blog Prometheu Liberto, referenciado na conta de Facebook da mesma, cuja autenticidade pode ser conferida em uma postagem de 2015 do blog do Olavo de Carvalho.
O objetivo não é propriamente falar mal de Olavo de Carvalho, serve apenas para ilustrar os perigos de se adotar uma pessoa como ídolo, independente de sua ideologia.
Esse texto ilustra que todos podem ter seus ídolos de estimação, ainda que seja mais comum nas hostes da esquerda. Nos velhos tempos isso ocorreu com Stálin, Mao e Fidel, em tempos mais recentes Lula, Chávez e, porque não, Bolsonaro.
Aprecio que se admire uma pessoa, mas todos nós temos nossos defeitos e virtudes.
Quando alguém vira ídolo para um fã, quase todos os defeitos se esmaecem e muitas das virtudes ganham um destaque desproporcional ou são vistos de maneira distorcida, até mesmo transformando o que deveria ser defeito em virtude.
Adotar ídolos ajuda a solapar a filosofia de se ter uma visão crítica sobre todas as pessoas, ideologias ou conceitos que nos rodeiam.
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Nesse vídeo Olavo de Carvalho recita alguns delírios conspiracionistas e teses anticientíficas de fazer corar de vergonha qualquer pessoa de boa formação:
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Nesse vídeo Olavo de Carvalho recita alguns delírios conspiracionistas e teses anticientíficas de fazer corar de vergonha qualquer pessoa de boa formação:
• Quem toma Pepsi é um abortista terceirizado. Ele diz isso pouco depois de fumar um cigarro.
• Também diz que não há provas concretas que a Terra gira em torno da Sol.
• Desanca totalmente o Einstein, ao acusá-lo de para não ter que preconizar que a Terra fique parada, teve que inventar teorias exóticas, no caso da Teoria da Relatividade.
• A União Soviética é que armou os nazistas para a Segunda Grande Guerra.
• Ele demonstrando chateação com a proibição do fumo em alguns lugares e as campanhas antifumo, culpando o Ministério da Saúde.
• "Se você tem um cachorro, você entende o cachorro? É claro que não entende. Se você tem um gato, vai entender a cabeça do gato? Não entende, mas você tem amor por eles. Mulher também, não é para entender, meu filho”
• Olavo culpa ritos pagãos pelo furação no Haiti, pelo desastre em São Luiz do Paraitinga, São Paulo (Saci Pererê seria uma representação do Exu) e pelo Furação Katrina em New Orleans (lá seria a central da Macumba)
Arte profana fere nosso Código Penal?
"Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa."
Pelo artigo 208, se alguém invade uma missa e começa a falar um monte de besteira, estará cometendo um crime.
O pastor que chutou a santa na TV também estava infringindo o artigo 208.
O pastor que chutou a santa na TV também estava infringindo o artigo 208.
Para mim a lei se refere ao escarnecimento de uma pessoa, ato religioso ou objeto religioso (como oferenda), não se refere a uma representação (dita artística, independente da avaliação subjetiva da qualidade) ou escrita sobre religião ou símbolos religiosos.
Caso contrário, muitos vídeos do Porta dos Fundos se enquadrariam nessa categoria e eles estariam sendo processados por conta desse artigo.
Entretanto, como a frase "De cabeça de juiz e bunda de neném, ninguém sabe o que vem" é verdadeira, é sempre possível que um juiz acolha que uma pintura de uma hóstia, representada de forma jocosa, seja um descumprimento do artigo 208.
No entanto, duvido que isso encontre eco em uma decisão de segunda instância tomada por um colegiado de desembargadores.
Tanto que praticamente 100% dos liminares esdrúxulos decretados por juízes de primeira instância terminem sendo derrubados na segunda instância.
Juízes, sendo apenas seres humanos, podem vir a decretar regras absurdas, como a proibição formal do beijo em público, que já aconteceu algumas vezes em várias partes do mundo.
Quero reiterar que não estou aqui
julgando o mérito artístico da exposição do Santander, reconheço ainda que uma
empresa precisa ser muito criteriosa com aquilo que promove, tendo em vista
seu público alvo e a possível repercussão nas Redes Sociais. Também não
defendo o financiamento público desse tipo de evento, nem deixo de admitir que a
classificação etária e/ou algum aviso na entrada poderia ter sido uma
boa ideia.
Entretanto, como a frase "De cabeça de juiz e bunda de neném, ninguém sabe o que vem" é verdadeira, é sempre possível que um juiz acolha que uma pintura de uma hóstia, representada de forma jocosa, seja um descumprimento do artigo 208.
No entanto, duvido que isso encontre eco em uma decisão de segunda instância tomada por um colegiado de desembargadores.
Tanto que praticamente 100% dos liminares esdrúxulos decretados por juízes de primeira instância terminem sendo derrubados na segunda instância.
Juízes, sendo apenas seres humanos, podem vir a decretar regras absurdas, como a proibição formal do beijo em público, que já aconteceu algumas vezes em várias partes do mundo.
A diversidade da manifestação da fé no ser humano alcança pontos inimagináveis. Fé é fé, não importa quão exótica ou bizarra ela seja. Tudo pode ser sagrado para alguma fé. Então é preciso bom-senso. A lei fala de fé em geral, não especifica qual fé e qual o número mínimo de fiéis dela. Se for levado ao pé da letra, estamos encrencados.
Para mim, o texto da lei é exagerado quando se refere a objetos, o que fica bem claro no exemplo abaixo:
Se a vaca é sagrada para hinduísmo e um hinduísta vê eu comendo carne de vaca em um restaurante público, ele poderá vir a me processar, porque, nesse caso, eu literalmente estarei vilipendiando um objeto de culto religioso de uma religião professada por mais de 750 milhões de pessoas no mundo.
Para mim, o texto da lei é exagerado quando se refere a objetos, o que fica bem claro no exemplo abaixo:
Se a vaca é sagrada para hinduísmo e um hinduísta vê eu comendo carne de vaca em um restaurante público, ele poderá vir a me processar, porque, nesse caso, eu literalmente estarei vilipendiando um objeto de culto religioso de uma religião professada por mais de 750 milhões de pessoas no mundo.
Só não creio que nenhum juiz faria isso. De todo modo é consenso que a representação de um objeto é diferente do objeto em si.
Agora, se a representação de um objeto e o objeto podem ser considerados como uma coisa só, estaremos com sérios problemas.
Imaginem que a religião A acha que a seiva é divina e tem que ser apenas usada em momentos especiais, a religião B acha a árvore sagrada que, portanto, tem que ficar presa ao solo mãe e a religião C considera o machado sagrado proibindo-o de ser maculado por qualquer sujeira.
Alguém pinta uma arvore sendo derrubada por um machado, com a seiva escorrendo pelo machado.
Então esse alguém, pelo critério dessas 3 religiões, terá cometido um total de 3 crimes, de acordo com o artigo 208.
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Agora, se a representação de um objeto e o objeto podem ser considerados como uma coisa só, estaremos com sérios problemas.
Imaginem que a religião A acha que a seiva é divina e tem que ser apenas usada em momentos especiais, a religião B acha a árvore sagrada que, portanto, tem que ficar presa ao solo mãe e a religião C considera o machado sagrado proibindo-o de ser maculado por qualquer sujeira.
Alguém pinta uma arvore sendo derrubada por um machado, com a seiva escorrendo pelo machado.
Então esse alguém, pelo critério dessas 3 religiões, terá cometido um total de 3 crimes, de acordo com o artigo 208.
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Lata de cocô também é arte, só não para os meus olhos
Em relação a algumas das obras mostradas do evento da Santander, eu não considero imorais (*), considero simplesmente medíocres e sem talento, mas essa é a minha opinião. Respeito a opinião de quem pensa diferente.
Um dos casos mais emblemáticos nesse quesito da relatividade é o caso de uma obra do artista italiano Piero Manzoni de 1961, que era simplesmente uma lata de cocô, que foi vendida em um leilão pela bagatela de 275 mil euros.
É arte? Sim, para quem faz e para quem aprecia, mas não para mim. Vejo apenas uma lata de cocô, sem metáforas. E se tiver, não estou interessado nelas.
Alguém pensa diferente do que eu? Sim, talvez o cara que comprou. Ele pode ter feito isso por gosto pessoal e também, talvez, pela sua visão de investidor.
É mole? Não sei, só abrindo a lata.
(*) Muita gente por ignorância da lei e do dicionário está chamando a ilustração tosca com 2 adolescentes e as frases "criança viada, travesti da lambada" e "criança viada deusa das águas" de pedofilia.
Não é verdade, porque a gravura feia não constitui um ato de pedofilia, nem incitação a um ato de pedofilia, nem reprodução audiovisual de um ato de pedofilia.
A mídia é que costuma englobar tudo no termo pedofilia, apesar de não mais constituir crime no Brasil ter relações sexuais com alguém dos 14 anos para cima.
Petistas e Palocci: Brasil será denunciado por tortura?
Antonio Palocci se formou na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Na juventude, militou em diversas correntes radicais de esquerda, destacando-se a sua participação na Libelu, corrente trotskista. Foi cofundador do Partido dos Trabalhadores e presidente do PT-São Paulo (1997-1998).
Começou como vereador de Ribeirão Preto em 1988, com 27 anos e depois chegou até a prefeito.
Como ministro da Fazenda de Lula, foi o número 2 do Brasil entre 2003 e 2006,
quando caiu por causa da história do caseiro Francenildo, que relatou partilhas
de dinheiro e festas regadas à prostitutas.
Em 2011, sua estrela voltou a brilhar por 5 meses como
Ministro da Casa Civil da Dilma, quando caiu após um novo escândalo.
Palocci for por alguns anos CEO da Corrupção no Brasil até passar seu
posto para Guido Mantega.
Esse cargo, com quase certeza, foi delegado pelo próprio
Lula, il Capo dei Capi, mas sem condições, nem tempo nem disposição para encarar esse
posto. Lula era como a Rainha Elizabeth da cleptocracia brasileira.
Curioso, que a liderança da ORCRIM tenha sempre sido
exercido pelo número do 2 do Brasil na era PT: o Ministro da Fazenda, até final
de 2014, quando a cobra começou a fumar.
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Em suma, Palocci é o primeiro petista histórico graúdo a
sucumbir, desafiando a Omertà (pacto de silêncio) informal que vigora nas
hostes petistas.
Dessa vez, será difícil Lula e outros escapulirem das
consequências.
A tristeza e o mistério em "Never Let Me Go" (filme e música)
Eu vi no Netflix a distopia Never Let me Go (2010), que foi um dos filmes mais melancólicos e tristes que eu já vi em toda a minha vida.
Não é para todos, talvez nem para mim, mas não conseguia desgrudar o olho da tela. Uma parte de mim gostou, pela maneira como o filme mexeu comigo, outra parte sentiu vontade de abandonar o filme no meio.
O toque curioso é que os realizadores do filme pegaram uma música para lá de obscura, gravada em 1960, chamada Never Let me Go, cantada originalmente por um tal de LLoyd Price e regravaram uma nova interpretação com uma intérprete ficcional chamada Judy Bridgewater.
Pelas minhas pesquisas, o nome real da cantora é Jane Monheit. Ela é uma cantora norte-americana relativamente desconhecida.
Essa música foi composta pelo compositor, produtor e cantor Luther Dixon, que compôs músicas gravadas por uma penca de artistas como Elvis, B.B.King, Beatles, Jackson 5, Jerry Lee Lewis, etc.
Os Beatles regravaram dele Baby It's You. Uma das mais famosas músicas da carreira dele de compositor é Sixteen Candles de 1959, gravada pelo grupo The Crest.
Essa música foi composta pelo compositor, produtor e cantor Luther Dixon, que compôs músicas gravadas por uma penca de artistas como Elvis, B.B.King, Beatles, Jackson 5, Jerry Lee Lewis, etc.
Os Beatles regravaram dele Baby It's You. Uma das mais famosas músicas da carreira dele de compositor é Sixteen Candles de 1959, gravada pelo grupo The Crest.
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